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plantação

Adubação como limitante no potencial produtivo

O MUNDO UTILIZOU, EM 2018, CERCA DE 1,6 BILHÃO DE HECTARES PARA A PRODUÇÃO AGRÍCOLA
5 de Janeiro de 2022

ARTIGO ORIGINALMENTE PUBLICADO EM HTTPS://GLOBALFERT.COM.BR chevron

Por Flávio Bonini, gerente de Serviços Técnicos da Mosaic Fertilizantes

De acordo com a FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), o mundo utilizou, em 2018, cerca de 1,6 bilhão de hectares para a produção agrícola para uma população de 7,6 bilhões de pessoas. Em uma matemática simples, isto quer dizer que cada hectare de área cultivada com grãos alimenta, em média, cinco habitantes do planeta Terra.

A princípio não parece um número tão preocupante, mas, vale lembrar que as projeções indicam que seremos quase 10 bilhões em 2050. Se caso a única alternativa para alimentar esta população adicional fosse o aumento da área plantada, mantendo a produtividade atual, seriam necessários mais 500 milhões de hectares, ou seja, um número próximo da soma das áreas agrícolas atuais da Índia, China e Estados Unidos.

É este fato, justamente, que faz com que a produtividade seja um objetivo essencial na produção agrícola. Enquanto a quantidade de áreas para a agricultura no mundo é limitada, o investimento em pesquisa, tecnologia e novas práticas mostra que ainda estamos longe de atingirmos o potencial genético das culturas. Como exemplo, existem trabalhos que demonstram que os materiais atuais de soja poderiam atingir produtividades de até 20 toneladas de grãos por hectare, ou seja, poderíamos aumentar em quase cinco vezes o volume produzido atualmente, se não houvesse limitação para a expressão deste potencial genético da cultura. 

No entanto, não são apenas a genética e o ambiente que definem o nível de produtividade, outras variáveis, como disponibilidade de água e nutrientes ouataque de pragas e doenças, podem limitar a expectativa de colheita.

Figura 1. Tipos e Níveis de Produtividade (Adaptado de Sentelhas, 2015)
Figura 1. Tipos e Níveis de Produtividade (Adaptado de Sentelhas, 2015)

As adubações são a principal ferramenta para reduzir ou eliminar os fatores nutricionais limitantes. Realizar diagnósticos precisos quanto à fertilidade dos solos e entender que cada planta possui necessidades nutricionais específicas, que mudam de acordo com o potencial produtivo, são os primeiros passos para adubações eficientes. Com esta análise em mãos, a aplicação dos nutrientes corretos, com as fontes corretas, na dose correta e no momento correto (4C’s), garante às plantas acesso a elementos que farão parte de várias estruturas e processos fisiológicos e que consigam completar seu ciclo e entregar, finalmente, produtividade.

Considerando a íntima relação entre potencial genético e nutrição de plantas, é bastante razoável a afirmação de que limitar o acesso destas a nutrientes – por erros nas doses, fontes, localização ou momento – é limitar o acesso do produtor rural ao potencial que existe dentro da semente ou muda adquirida. Seria, mais ou menos, como se preparar para fazer uma longa e importante viagem comprando um carro superpotente, com alta eficiência e com o que há de melhor da tecnologia embarcada e optar por economizar combustível, utilizando um produto de má qualidade ou mesmo encher apenas a metade do tanque, sem se preocupar se isso será o suficiente para chegar ao destino final.

Sem dúvidas, o melhor caminho para não permitir que as adubações limitem o potencial produtivo das culturas é fazer o uso racional de nutrientes e de produtos de alta eficiência e comprovados. São estas razões que fazem com que a Mosaic Fertilizantes desenvolva e recomende produtos como o Performa, linha de fertilizantes de alto desempenho e que combina o que há de mais avançado em tecnologias para proporcionar a maior eficiência das adubações e aumentar a produtividade, rentabilidade e sustentabilidade da produção. Essa linha possui o melhor das tecnologias da companhia – MicroEssentials, Aspire e K-Mag – contendo macro e micronutrientes em teores equilibrados e com disponibilidade imediata e gradual de nutrientes e alta uniformidade, proporcionando alto rendimento operacional e distribuição eficaz a campo. E, todas estas características e benefícios geram incrementos na absorção de nutrientes, melhor nutrição das lavouras e resultam em incrementos de produtividade, como exemplo, para a cultura da soja de até oito sacas por hectare em relação a adubações convencionais. Performa foi desenvolvido para nutrir as lavouras do início ao fim do ciclo e auxiliar na construção da fertilidade dos solos resultando em sistemas produtivos cada vez mais eficientes e sustentáveis.

 

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